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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Presidente do Brasil: Jair Messias Bolsonaro 2019-2022

"Se Bolsonaro não prestar, a mesma campanha que fiz para elegê-lo, farei para tirá-lo. Não tenho bandido de estimação!"

Não só eu, mas o Brasil inteiro!


sexta-feira, 29 de junho de 2018

Eu Quero Ver o Brasil Campeão (Momento Leitura e Reflexão)


sexta-feira, 22 de junho de 2018

Seleção Brasileira x Brasil (Vídeo)

O País das Contradições: Brasil


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Hulk: Pré-candidato à Presidência 2018


Li nos jornais de grande circulação do nosso país esta semana que Fernando Henrique Cardoso já pensa em não lançar mais o Hulk (o tal Luciano) como candidato à Presidência da República 2018.
FHC agora analisa a hipótese de convidar o Thor, o Homem-Aranha, o Homem de Ferro ou o Capitão América para ser o presidenciável da vez.
Quem será o Salvador da Pátria do nosso Brasil nesta eleição?



Flávio B. S. dos Santos
Crônica
Praia Grande-SP. – 14/02/2018


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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Vergonha para os Professores (A melhor resposta que o ministro da educação de Temer poderia receber) - Momento Leitura e Reflexão

Palavras do Ministro da Educação:

"Eles (os professores) têm férias de 45 dias, aposentadoria especial, descanso pedagógico, piso nacional e até lanche grátis.
Que outro trabalhador possui tantas regalias?
É preciso enxugar tudo isso ou o país continuará quebrado..."
__________

DESABAFO PROFESSORA
Texto de autoria de Mari Fernandes (Professora do Estado de São Paulo)

Caro Senhor Ministro e burocratas do MEC:

O que leva nosso país à falência, não são nossos 45 dias de férias!

O que fale o Brasil são as férias dos políticos, os recessos brancos e o 14º salário que abocanham, sem descontar imposto de renda!

Aposentadoria ESPECIAL, quem tem são vocês políticos, que trabalham alguns anos em Brasília e incorporam os salários.

Nossa aposentadoria... Vem depois de 25 anos de MUITO trabalho. 60 horas por semana, quando queremos dar uma vida digna aos nossos filhos!
E se não formos  funcionários públicos, o professor se aposenta com no máximo quatro mil e pouco. E diga-se de passagem, mal dá para o remédio, porque depois de 25 anos trabalhando 60 horas,com certeza estaremos todos BEM debilitados!

Nosso descanso pedagógico, não é nada comparado aos quatro dias que senadores e deputados NÃO trabalham.

Em nosso descanso pedagógico, corrigimos provas, redações, projetos, elaboramos provas.

Ah! Na maioria das vezes, imprimimos as provas em casa naquela impressora que compramos dividida em 10 vezes em nosso cartão de crédito! Ao contrário dos políticos, não temos gráficas pagas com o dinheiro do povo.

Não temos dias livres para participar de festinhas de São João em nossos estados, aliás, vamos a festas de São João sim, mas aquelas em que fazemos rifas em nossas escolas para proporcionar um pouco de alegria as comunidades onde atuamos!

Piso nacional?
Bem, isso é privilégio dos políticos, Deuses do Olimpo, que decidem quando vai aumentar os próprios salários e quanto vão ganhar!

O lanchinho de GRAÇA?
Deixe-me contar uma novidade...
Talvez os Senhores, com toda sua sabedoria, não saibam... pois muitos de vocês nunca pisaram em uma sala de aula. Professores fazem vaquinha para comprar até o café que tomam nas escolas!

Quanto às regalias, bem, fico meio sem graça de expor a vida de milionários que levamos.
Nossas regalias se restringem a:
Levantar 5 horas da manhã, trabalhar até as 11 da noite... Sim, muitos de nós trabalhamos três turnos!

O terceiro turno, trabalhamos para pagar:
- A gasolina que os políticos usam;
- A casa onde moram;
- As passagens de avião;
- A gráfica que utilizam;
- Os correios para enviar cartão de aniversário para seus eleitores;
- O colégio caro que os filhos frequentam na Europa;
- O carro importado que dirigem;
- As roupas de grife que usam e os lanchinhos que comem,
(que ao contrário do nosso, custa, por mês, a faculdade de uma vida inteira de nossos filhos.)

Não, senhor Ministro e senhores burocratas comissionados, não se preocupem!

Os professores não levarão este país à falência, sabe por quê?

Porque se depender da consciência política de nossos representantes, ele já está falido.

Sim, esta falência atribuímos a todos os Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos e vereadores que fazem da política uma carreira e não sabem que não existe dinheiro público, o que existe:

É O DINHEIRO DO POVO!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

QUE TIRO FOI ESSE? - Por Arnaldo Jabor

Que tiro foi esse?
Que deram nos cérebros brasileiros roubando-lhes a capacidade de pensar sobre o que cantam e não proclamar o que encanta.

Que tiro foi esse?
Que acertou os tímpanos do nosso povo fazendo-os ouvir lixo achando que é música.

Que tiro foi esse?
Que acertou os olhos de uma nação fazendo-os cegos às mazelas do nosso país.

Que tiro foi esse?
Que paralisou o nosso povo impedindo-os de reagir aos constantes assaltos aos cofres públicos.

Que tiro foi esse?
Ah, Brasil! Que tiro foi esse que nos acertou em cheio, que roubou o nosso brilho e que nos fez retroceder?

É verdade que nós não sabemos de onde veio o tiro, mas é bem certo que esse tiro já derrubou muita gente.

Que Deus nos ajude!!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA QUE VENCEU CONCURSO DA UNESCO

Tema: "Como vencer a  pobreza e a desigualdade".
Autora: Clarice Zeitel Vianna  Silva.
UFRJ -  Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro- RJ.

Leia e entusiasme-se!
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PÁTRIA MADRASTA  VIL

Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência...
Exagero de escassez...
Contraditórios?
Então aí está!
O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de  contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação  pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela  falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra...
Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem  esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam  hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos,  mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém,  ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar  (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro para fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,  possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um  todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas,  quando autoindagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como  bicho?

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Premiada pela Unesco,  Clarice Zeitel Vianna Silva,  26,  estudante que termina Faculdade de Direito da Ufrj em julho,  concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar  de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas  para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) por uma  redação sobre  'Como vencer a pobreza e a desigualdade.'  A  redação de Clarice  intitulada  'Pátria Madrasta Vil', foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A  publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

Aos poucos iremos acordar este  "BRASIL".

domingo, 23 de setembro de 2012

Um Bom Empreendedor (22): Política

Palavra-chave: Política.

Um Bom Empreendedor, também, é aquele que participa ativamente da vida Política da sua Cidade, do seu Estado e do seu País!

Flávio B. S. dos Santos
Praia Grande-SP. – 09/2012