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sábado, 21 de janeiro de 2017

Seu Filho se Tornará - Por David Bly

“Seu filho se tornará aquilo que você é; então, seja o que deseja que ele se torne.”

David Bly

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Ser Pai de Menina


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Reunião Escolar


sábado, 19 de março de 2016

Oficina: Contos (Gênero Textual com característica predominantemente narrativa)

Ministrando mais uma Oficina a convite da Prefeitura de Praia Grande: Contos (Gênero Textual com característica predominantemente narrativa)
II Concurso Literário Prefeitura de Praia Grande/2016

Desta vez a esposa (Fernanda) e o filhão (Samuel) estavam comigo: Sempre Juntos!!!!



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sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Lição da Águia: O Empurrão - Momento Leitura

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Pensou ela:
- Por que a emoção de voar tem de começar com o medo de cair?
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
- E se justamente agora isto não funcionar? – ela pensou.
Sua missão estava preste a se completar: o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes.
Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
Se as coisas hoje parecem difíceis e nada parece dar certo em sua vida, ouse voar, pois quando você descobrir o propósito da sua existência em tudo que você está passando verá o quanto valeu a pena esse empurrão que a vida nos deu para que assim pudéssemos crescer de verdade.
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(Autor Desconhecido)
Se alguém souber o nome do autor deste texto, avise-me; para que eu possa dar os devidos créditos.

domingo, 15 de março de 2015

Um casal unido e feliz gera segurança nos filhos (Por Denilma Duarte: Psicóloga)

Um casal unido e feliz gera segurança nos filhos
“Se sentir amado é a principal necessidade do ser humano.”

Os pais são mais do que duas pessoas que concebem um bebê e o dão à luz. Pois são quem preparam adequadamente para a vida adulta, com uma formação de personalidade adequada, uma forte identidade, uma autoimagem saudável, sentimento, posições de valores e autoconsciência, contato com o seu interior propiciando seu desenvolvimento.
Os pais têm nas mãos a oportunidade de incutir valores reais e absolutos para a vida toda.
A noção e referência de lar são passadas pelos pais. O conceito de amor é transmitido através do relacionamento desenvolvido dentro da família.
Crianças que se sentem amadas por seus pais, vão desenvolver uma linguagem emocional de acordo com a forma que seus pais lhe deram carinho.
Uma comunicação distorcida de amor proporcionará um aprendizado distorcido.
Se sentir amado é a principal necessidade do ser humano. São os pais que ensinarão aos filhos como receber e dar amor.
Na canção, Carly Simin, apresenta um quadro sombrio e infeliz da vida conjugal. Seu pai sentado sozinho no escuro, fumando um cigarro; sua mãe sozinha no quarto, lendo uma revista, sem nada melhor para fazer. O pai e a mãe nunca se tocam, falam, nem demonstram nenhum tipo de afeição um pelo outro. A música é inspirada pela pergunta: Quer se casar comigo? A cantora não responde positivamente, pois quando observa os pais acredita que é aquilo que o casamento faz com as pessoas.
Vocês são um grande exemplo e referência de relacionamento entre duas pessoas. Demonstrem ao seu filho através dos seus atos e não só com palavras que vocês o amam mais do que possivelmente possam entender.
Toda criança precisa ver que seus pais são felizes, pois isto gera segurança.

Dicas:
1.     Namorem: Andem de mãos dadas, sentem juntos no sofá, se abracem, se beijem.
2.     Trate bem o seu cônjuge: A forma como vocês se tratam vai ensinar como seu filho vai tratar seu futuro cônjuge.
3.     Unam-se na disciplina: É essencial que os pais tenham concordância sobre as regras estipuladas e as formas de disciplina.
4.     Evitem brigas: Crianças não precisam vivenciar brigas de adultos.
5.     Evitem críticas: Ninguém gosta de ser criticado.
6.     Tenha interesse pelo outro: Seu filho precisa ver que você se preocupa com seu cônjuge.
7.     Não discutam problemas financeiros na frente das crianças: Este é um problema que só vocês podem resolver.

A chave para o crescimento e enriquecimento no matrimônio e na família reside em estender a mão e tocar o outro de uma forma especial que traduz: “Entendo como você se sente e vou fazer o melhor que puder para suprir suas necessidades.”


Psicóloga Denilma Duarte

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Falta de escrever à mão 'pode prejudicar desenvolvimento cerebral das crianças' - Pesquisa

Pesquisa sugere que escrever à mão é mais benéfico para crianças

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e telas sensíveis ao toque ao invés de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento de crianças.
A neurocientista cognitiva Karin James, da Universidade de Bloomington, nos Estados Unidos, estudou a importância da escrita à mão para o desenvolvimento do cérebro da criança.
Para chegar à conclusão de que teclados e telas podem prejudicar este desenvolvimento, a pesquisadora estudou crianças que ainda não sabiam ler - que poderiam ser capazes de identificar letras mas não sabiam como juntá-las para formar palavras.
No estudo, as crianças foram separadas em grupo diferentes: um grupo foi treinado para copiar letras diferentes enquanto outras trabalharam com as letras usando um teclado.
A pesquisa testou a capacidade destas crianças de aprender as letras; mas os cientistas também usaram exames de ressonância magnética para analisar quais áreas do cérebro eram ativadas e, assim, tentar entender como o cérebro muda enquanto as crianças se familiarizavam com as letras do alfabeto.
O cérebro das crianças foi analisado antes e depois do treinamento e os cientistas compararam os dois grupos diferentes, medindo o consumo de oxigênio no cérebro para mensurar sua atividade.

Respostas diferentes
Os pesquisadores descobriram que o cérebro responde de forma diferente quando aprende através da cópia de letras à mão de quando aprende as letras digitando-as em um teclado.

As crianças que trabalharam copiando as letras à mão mostraram padrões de ativação do cérebro parecidos com os de pessoas alfabetizadas, que podem ler e escrever.
Escrever à mão ativa áreas diferentes do cérebro das crianças
Este não foi o caso com as crianças que usaram o teclado.
O cérebro parece ficar "ligado" e responde de forma diferente às letras quando as crianças aprendem a escreve-las à mão, estabelecendo uma ligação entre o processo de aprender a escrever à mão e o de aprender a ler.
"Os dados do exame do cérebro sugerem que escrever prepara um sistema que facilita a leitura quando as crianças começam a passar por este processo", disse James.
Além disso, desenvolver as habilidades motoras mais sofisticadas necessárias para escrever à mão pode ser benéfico em muitas outras áreas do desenvolvimento cognitivo, acrescentou a pesquisadora.

Computadores em escolas
Muitas escolas têm pressa em implantar computadores em classes com crianças cada vez mais jovens
As descobertas da pesquisa podem ser importantes para formular políticas educacionais.
"Em partes do mundo há uma certa pressa em introduzir computadores nas escolas cada vez mais cedo, isto (esta pesquisa) pode atenuar (esta tendência)", disse Karin James.
Muitas escolas americanas até já transformaram escrever à mão em uma alternativa opcional para professores. Muitos educadores não ensinam mais caligrafia.

Uma solução poderia seria usar algum programa em um tablet que simulasse o ato de escrever à mão.
Mas, pelo que a pesquisa da cientista sugere, nada parece substituir o aprendizado com a escrita à mão.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A Lição da Águia - Momento Leitura

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Pensou ela:
- Por que a emoção de voar tem de começar com o medo de cair?
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
- E se justamente agora isto não funcionar? – ela pensou.
Sua missão estava preste a se completar: o empurrão. A águia encheu-se de
coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes.
Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E
eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias nos empurram para o abismo. E quem
sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
Se as coisas hoje parecem difíceis e nada parece dar certo em sua vida, ouse voar, pois quando você descobrir o propósito da sua existência em tudo que você está passando verá o quanto valeu a pena esse empurrão que vida nos deu para que assim pudéssemos crescer de verdade.


(Autor Desconhecido)
Se alguém souber o nome do autor deste texto, avise-me; para que eu possa dar os devidos créditos.

sábado, 23 de novembro de 2013

Escutatória (Por Rubem Alves) - Momento Leitura


Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de ideias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
Daí a dificuldade:
A gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor... Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração... E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Vejam a semelhança:
Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio... Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as ideias estranhas. Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos... Pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades. Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado; Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou. E, assim vai à reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro.
Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.
Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência... E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.
A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia... Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

(Rubem Alves)

domingo, 17 de novembro de 2013

Família é prato difícil de preparar (Por Francisco Azevedo) - Momento Leitura

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano-novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe à mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.
E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, essas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa. Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.
Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.
Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo.

Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete!
(Por Francisco Azevedo)

sábado, 2 de novembro de 2013

Amando as Crianças - Momento Leitura

*     Aceite a criança do jeito que ela é: olhe além da superfície;

*     Dê à criança uma palavra de estímulo;

*     Ouça o que ela diz e como diz;

*     Elogie a criança livremente quando for apropriado;

*     Deixe que se divirta.


(Autor Desconhecido)

"Amar as crianças também é uma atitude Empreendedora!!!" (F. B. S. dos Santos)