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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Pais x Filho x Valores x Tecnologia: Atenção [Vídeo - Reflexão]


Simples Assim

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Todas as Áreas das Nossas Vidas (Momento Leitura e Reflexão)

"Em todas as áreas das nossas vidas somos chamados para ser testemunhas do amor de Deus, incluindo nos nossos trabalhos. Devemos ser pontuais, responsáveis, fazer o melhor que podemos."

(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ofereça Saúde aos Teus Filhos (Momento Leitura e Reflexão)

Se dás água às plantas, por que dás refrigerantes aos teus filhos?

(Autor Desconhecido)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Homens de Verdade

“Homens de verdade assumem a responsabilidade e a executa com intencionalidade sincera.” (Extraído do livro The World Needs a FATHER – O Mundo Precisa de um Pai – de Cassie Carstens).

sábado, 25 de abril de 2015

HISTÓRIA SEM HISTÓRIA - Momento Leitura e Reflexão


Havia um importante serviço a ser feito e Todo Mundo estava certo de que Alguém faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém pensou na hipótese. Alguém reclamou, porque o serviço era para Todo Mundo, mas o Mundo estava certo de que Qualquer Um o faria. Só que Ninguém podia imaginar que Todo Mundo iria tirar o corpo fora.
Por fim, Todo Mundo terminou culpando Alguém, porque Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.


Texto recebido no Congresso sobre Evasão e Repetência, ocorrido em Belo Horizonte, Minas Gerais, Junho, 1985.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Professores são educadores, não babás - Por Ron Clark

Professores são educadores, não babás

Autor do 2º artigo mais compartilhado no Facebook em 2011, americano diz que pais desrespeitam regras de escolas, pondo em risco o futuro dos filhos.

Nathalia Goulart


Ron Clark e seus alunos: em defesa de mais cooperação entre pais e professores (Divulgação/Ron Clark Academy)
"Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade."
O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark (o primeiro trazia fotos da usina de Fukushima). Mais de 600.000 pessoas curtiram o texto na rede, escrito a pedido da rede de TV CNN e entitulado "O que os professores realmente querem dizer aos pais". O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir.
"Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento para educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.

Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve?
A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.

Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores?
Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.
Problemas com notas são bastante frequentes?
Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.

Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos?
Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.

Que conselho o senhor dá aos professores?
É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez  de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho de dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.

É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola?
As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.

Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos?
A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.

A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook?
Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.

O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais?
Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado aos seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.

O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e também de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais os professores de todo o mundo reclamam?
As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Educando filhos com sabedoria - Momento Leitura

Que tal refletir um pouco sobre qualidades para você transmitir a seus filhos?

v DETERMINAÇÃO... “Mantenha-se firme, sem desistir.”

v HONESTIDADE... “Fale e viva a verdade – sempre.”

v RESPONSABILIDADE... “Seja seguro, seja digno de confiança.”

v PRESTATIVO... “Pense nos outros antes de pensar em você.”

v PONTUALIDADE... “Sempre na hora certa.”

v AUTOCONTROLE... “Quando estiver sobre estresse, permaneça calmo.”

v PACIÊNCIA... “Combata a irritabilidade. Esteja disposto a esperar.”

v PUREZA... “Rejeite qualquer coisa que for abaixo dos padrões de DEUS.”

v COMPAIXÃO... “Quando alguém se ferir, sinta a dor com ele.”

v DILIGÊNCIA... “Trabalhe duro. Pense nisso.”


            Será que é difícil? Com certeza que sim, porém vale a pena investir. Seja íntimo deles. Invista em qualidade de tempo. Riam juntos, brinquem e gostem deles. Unam-se VERDADEIRAMENTE!
(Autor desconhecido)


QUE DEUS OS ABENÇOE.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Educação no Lar (Momento Leitura e Reflexão)

Ter filhos exige tempo, dedicação, investimento, paciência e esforço.  É no lar que a educação da criança deve iniciar-se, ali está a sua primeira escola. Os pais são os mais importantes instrutores a transmitirem lições de valores que nortearão a vida de seus filhos. Lições de respeito, obediência, domínio próprio, empenho, amor... são influências educativas. São silenciosas e graduais, mas sendo exercidas na direção de vida, tornam-se diferencial dos pais na vida de seus filhos.
A falta de tempo para estar com os filhos preocupa muito os pais e mães, que sabem o quanto é importante a participação deles nas brincadeiras, descobertas, conquistas e crescimento deles. A educação e a formação do caráter é a maior herança que os pais podem deixar para os filhos. Sobre os pais repousam esse nobre dever. A escola não pode assumir um papel que cabe aos pais.
Parece que cada ano que passa temos menos tempo para a família. Em geral, o trabalho dos pais tem exigido dedicação intensa e, além disso, ainda há o trânsito a enfrentar, a casa para administrar, as compras para fazer, a tensão, o cansaço que chegam quase ao limite suportável. Será que é preciso ser assim mesmo?
Todo mundo já ouviu dizer que, para o filho, importa muito mais a qualidade do tempo que seus pais dedicam a ele do que a quantidade. Dedique a seu filho tempo com qualidade e participe ativamente de sua vida. Lembre-se de que seu filho também precisa de limites e de pais que sejam firmes com as regras estabelecidas. Educar é um trabalho nobre, que exige paciência, flexibilidade, habilidade, amor, dedicação...
“Educar é semear com paciência e colher com sabedoria.” (August Cury)
A parte essencial da educação é preparar cidadãos honestos, de caráter íntegro, de equilíbrio emocional, com capacidade de fazer escolhas e tomar decisões. Pessoas de conhecimento, experiências, valores, relacionamentos saudáveis, desprendidas de si mesmas e solidárias, pessoas comprometidas e responsáveis.

(Autor desconhecido)