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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Mulher (Momento Leitura) - Por Vinícius de Moraes

“Existe sempre uma mulher pra se ficar pensando!”

domingo, 6 de agosto de 2017

Mateus 1:24 (O nascimento de Jesus Cristo) - Momento Leitura

“Despertado José do sono, fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu sua mulher.”

Mateus 1:24 (O nascimento de Jesus Cristo)

sábado, 5 de agosto de 2017

Mateus 1:20 (O nascimento de Jesus Cristo) - Momento Leitura e Reflexão

“Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo.”

Mateus 1:20 (O nascimento de Jesus Cristo)

terça-feira, 18 de abril de 2017

Exemplo de luta contra o inimigo: Jó (Momento Leitura e Reflexão)

Jó é o grande exemplo de vitória, pela confiança, fé, dinamismo, perseverança, esperança e domínio próprio. Nada o separou do amor de DEUS: nem perdas, nem enfermidades, nem amigos, nem esposa, nem circunstâncias.


Fonte

A Bíblia Sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. 2.ed. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.

Bíblia à Prova D’água. Novo Testamento. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2010.

LOPES, Hernandes Dias. Restaurando a Família. Editora Candeia, 2000.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Não te amo mais (Por Clarice Lispector) - Momento Leitura

Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Tu não significas nada
Não poderei dizer jamais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho de dizer a verdade,
É tarde demais...


Entendeu?! Agora leia debaixo para cima.


(Clarice Lispector)


Muito legal este texto!!!!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Aprender a Florescer (Momento Leitura)

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia, onde se daria todo o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos, e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deito-se com ele. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, estava infeliz e ao fim de dez dias, estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento que começava às cinco horas da manhã e terminava altas horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo. 
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, enviou-lhe uma carta em versos livres que dizia mais ou menos assim:
“Dois homens viviam em uma cela imunda de prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava as estrelas; o outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços e beijos, Mamãe.”
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobriu que o deserto era um mar de belezas. 
De seus estudos e pesquisas, resultou um livro que é considerado a obra mais completa a respeito de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia, um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles com a vida enriquecida de experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara. 
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto. Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas. Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perto de pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que os jardineiros sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam favoráveis.

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Autor Desconhecido
Obs.: Se alguém descobrir o Autor deste texto, avise-me; para que seja dado o devido crédito.

domingo, 16 de junho de 2013

Amor Verdadeiro (Momento Leitura e Reflexão)

          Um idoso chegou ao consultório para fazer um curativo em sua mão, onde havia um corte. E pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso. O médico perguntou o que tinha de tão urgente para fazer. O simpático velhinho disse que todas as manhãs visitava sua esposa num lar de idosos, com mal de Alzheimer muito avançado. O médico, preocupado, disse:
- Então ela ficará preocupada com a sua demora?
O velhinho respondeu:
- Ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
O médico questionou:
- Mas para que tanta pressa, se não o reconhece mais?
O velhinho deu um sorriso e respondeu:
- Ela não sabe quem sou, mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico segurou suas lágrimas enquanto pensava: “Esse tipo de Amor quero para a minha vida.”

O Verdadeiro Amor não se resume ao físico ou ao romântico, é a aceitação de tudo o que o outro é... do que foi... do que será... e do que já não é mais!
DEUS espera encontrar esse tipo de Amor em nós. Esse Amor glorifica a DEUS, pois pessoas não são apenas aquilo que encontramos hoje, são eternas. Amá-las e abençoá-las tem valor eterno.

Pai eterno, dá-nos do teu Amor para que possamos refletir o teu coração aos que estiverem ao nosso alcance.
Amém!

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(Autor desconhecido)
 Obs.: Se alguém descobrir o Autor deste texto, avise-me; para que seja dado o devido crédito.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A Flor da Honestidade (Momento Leitura)


Conta-se que por volta do ano de 250 a.C., na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:
- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire essa ideia insensata da cabeça, eu sei que você está sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser escolhida, porém, é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isso já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas joias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, trouxer-me a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da china.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de cultivar algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentava, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, porém cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses tinham passado e nada havia brotado.
Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente, chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem (filha da serva) como a sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu por que ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. Ela cultivou a Flor da Honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.


(Autor desconhecido)
 Obs.: Se alguém descobrir o Autor deste texto, avise-me; para que seja dado o devido crédito.