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quinta-feira, 18 de junho de 2020
Racismo é Pecado (Momento Leitura e Reflexão)
sábado, 24 de agosto de 2019
Pecador: Momento Leitura e Reflexão
sábado, 6 de outubro de 2018
sábado, 16 de dezembro de 2017
Salmo 1:1 (Momento Leitura)
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.”
Salmo 1:1
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domingo, 3 de dezembro de 2017
As Sete Notas Musicais de Jesus (Momento Leitura)
Do = mundo te tirei.
Re = midos foram teus pecados.
Mi = sericórdia tive de ti.
Fa = rei obra na tua vida.
Sol = da justiça nascerá em ti.
Lá = na glória te verei.
Si = fores fiel até o fim.
(Autor Desconhecido)
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Mateus 3:6 (A pregação de João Batista) - Momento Leitura
“E eram por ele batizados no Rio Jordão, confessando os seus pecados.”
Mateus 3:6 (A pregação de João Batista)
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
II Crônicas 7:14 (Momento Leitura)
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
II Crônicas 7:14
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terça-feira, 4 de julho de 2017
Levítico 19:17 (A repetição de diversas leis) - Momento Leitura
“Não aborrecerás teu irmão no teu íntimo; mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás sobre ti pecado.”
Levítico 19:17 (A repetição de diversas leis)
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
Tiago 1:12 (A origem do pecado) - Momento Leitura e Reflexão
“Bem-aventurado o homem que sofre a tentação; porque quando for aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o SENHOR tem prometido aos que o amam.”
Tiago 1:12 (A origem do pecado)
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terça-feira, 20 de junho de 2017
Ezequiel 18:21 (Momento Leitura)
“Mas, se o ímpio se desviar de todos os pecados que cometeu e obedecer a todos os meus decretos e fizer o que é justo e direito, com certeza viverá."
Ezequiel 18:21
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quinta-feira, 18 de maio de 2017
Provérbios 1:33 (Contra a sedução dos pecadores) - Momento Leitura e Reflexão
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sexta-feira, 21 de abril de 2017
Resultado Maligno (Momento Leitura e Reflexão)
Caros colaboradores, anjos caídos engajados na prática do mal, a todos os comandantes de nossas hostes malignas:
Não posso me furtar, eu, Lúcifer, de festejar os resultados obtidos por nossas equipes, de reconhecer a propriedade de nossas estratégias e projetos. Se é certo que o Nazareno já assegurou seus domínios e sua vitória, é reconfortante, pelo menos por hora, saber que temos espezinhado parte dos que se apresentam como seu povo, e trazido alguns conosco.
Nossos resultados têm sido realmente infernais! Mais ainda por notar que temos conseguido quase que abrir nossas sucursais dentro dos currais do assim chamado povo de Deus. Quantos de nossos livros conseguimos editar e colocar nas estantes dos cristãos! Quantas de nossas doutrinas logramos travestir de cristãs! Realmente infernal! Definitivamente maligno!
Não posso deixar de destacar o sucesso de nosso programa “Igrejas para a Perdição”. Nada melhor do que incutir na cabeça dos líderes de igreja, que eles têm mesmo é que pregar o que o povo quer ouvir; que seu sucesso está no número de fiéis que frequenta seu estabelecimento. Nada daquela doutrina transformadora do Nazareno! Parabéns aos nossos colaboradores, que conseguiram inchar igrejas, sem, contudo, qualquer crescimento real ou importante; muito pelo contrário, com um número até decrescente de fiéis verdadeiros. Nunca plantamos tanto joio! Temos batido recordes e mais recordes da plantação de joio! Parabéns aos que conseguiram incutir em tantas igrejas um sincretismo que seria impensável tempos atrás. Ao notar como pastores e líderes, eles mesmos, conseguem chamar a velha idolatria de ‘evangelho contemporâneo’, e ainda se emocionar com isso... Confesso que fico sem palavras... É definitivamente infernal ver algumas de nossas práticas, em curso nos púlpitos por aí afora.
Se eles querem a tal vitória, que façamos de conta que estamos por eles vencidos. Que façamos nossas micagens, e que os deixemos com um certo gosto de que conseguiram nos amarrar. Como sabemos, no dia seguinte, estamos de volta. Mal sabem eles que os verdadeiros amarrados na história não somos nós, e sim eles.
Outro programa que muito me orgulha, é o chamado “Igrejas com depósitos”. Infernal a ideia de bonificar pastores para que consigam fiéis contribuintes. Impressionante ver como eles, para atingir suas metas e ganharem seus bônus, ensinam verdadeiras barbaridades, exigindo do povo a entrega sacrificial de bens que nem sequer ainda possuem, em troca de uma suposta bênção material... Ainda bem que o título de ‘pai da mentira’, me foi dado tempos atrás. Hoje em dia eu teria dificuldades de vencer tantos desafiantes... Tiro o meu chapéu para estas mentiras deles.
E como não lembrar do nosso velho, tradicional e sempre eficaz programa “Lobos em pele de ovelha”? Que sigamos plantando o nosso joio no meio do trigo. Que sigamos colocando nossos emissários em postos-chave de alto comando de igrejas e suas denominações. Temos crescido bastante, e não é para menos! À medida que o tempo passa, as verdadeiras ovelhas leem cada vez menos suas bíblias, e é impressionante como caem nas nossas armadilhas mais elementares. É como tirar doce de crianças. E, afinal, como cada dia que passa as tais ovelhas acreditam menos em nossa existência, elas não prestam mais atenção, não vigiam, não montam guarda. Nosso caminho fica cada vez mais livre. Não desanimem, caros demônios... É certo que sem resistência nossa luta até perde um pouco da graça, mas sigam adiante. Se no passado tínhamos o desafio de ficar a espreita e usar de novas estratégias a cada dia, que não nos desanimemos ao encontrarmos portas escancaradas.
Que sigamos imitando a luz. Que sigamos fazendo de conta que nossa luz é a verdadeira. Nada melhor do que atrair bobinhos para nossa noite escura fazendo-os correr atrás de um sonho só de mentira...
Que sigamos cobrindo nossas mentiras com um pouco de verdade. Nada melhor do que disfarçar nossas artimanhas com uma roupagem toda santa. Sempre foram nossas iscas, e seguirão sendo. O anzol sempre é embrulhado com uma isca apetitosa. Que o nosso anzol jamais fique exposto, antes seja embrulhado com bons e apetitosos chamarizes.
Que sigamos fazendo-os crer que a verdadeira vida está nos rituais, nas celebrações. Que eles sigam cantando ‘seus mantras’, que nada dizem e nada produzem a não ser irritação para o “Eu Sou”. Afinal, não foi Ele mesmo que disse que as tais canções eram um barulho insuportável em seus ouvidos (o tal de ‘estrépito’) quando cantadas por gente que não vivia o que cantava? Enquanto eles pensarem que evangelho é só isso, melhor. Jamais se encontrarão com os que podem de fato transformar. Nosso trabalho seguirá, portanto, sendo feito.
E sempre o mais importante: que não nos esqueçamos de destruir as famílias. Uma família destruída é mais eficaz do que uma igreja destruída, mesmo porque duas ou três delas se encarregam de acabar sozinhas com suas igrejas. E casais mal resolvidos tornam-se pais imprestáveis. Pais imprestáveis produzem lares insuportáveis, filhos doentes, carentes, rebeldes, que não acreditam em mais nada, nem sequer em Deus. E como a vida deles sempre foi um inferno (rsrsrs... deixem que pensem que o inferno é “só isso”...), não vão pensar em se casar jamais... e daí entra nossa velha estratégia: amor livre, curtir o momento, etc. E mesmo que se casem... que asseguremos que seus lares sejam outros de nossas sucursais, não é mesmo?
Que eles continuem procurando a cura para seus problemas dentro das garrafas de uísque, depois de um cigarro bem fumado, depois de uma experiência sexual ‘além-muro’, dentro das caixas de remédios para dormir, dentro de sei lá mais o quê. Que sejamos sempre ágeis em oferecer essas nossas soluções. Quanto mais anestesiadas forem nossas vítimas, melhor. Que só voltem a si quando for tarde demais.
Que continuemos ensinando que o tal “pecado” é só um dogma medieval... Afinal, que os bobinhos continuem crendo que a verdade está com eles. Que sigam na busca de seu “eu interior”, pois assim acabam esquecendo do “Eu sou” que os transforma. A palavra de ordem é distanciá-los de Deus. Quanto mais longe estiverem dEle, mais perto estarão de nós e de nossos atrativos.
Caros colaboradores de todas as nossas hierarquias, da mais alta a mais humilde: saibam que vivemos o nosso momento. Que aproveitamos o tempo. Se é certo que nosso futuro não é lá muito brilhante, e dele não temos como escapar, que tragamos conosco o maior número de vítimas.
Não importa que o próprio Nazareno já disse que os últimos dias seriam assim mesmo, cheios de apostasia da igreja. Que não fiquemos nos lembrando que estamos soltos por pouco tempo, onde pode aparecer que só fazemos o que fazemos porque o “Eu sou” está deixando. Que tenhamos nosso foco nas vítimas, não nEle. Nossa briga não é mais com Ele. Nossa luta é com as ovelhas, com o rebanho dEle. Se não podemos com Ele, que busquemos atingir os que andam em busca dEle.
Caros colaboradores: que tenham todos um infernal novo ano, e que façamos da vida da igreja um inferno. E como temos sempre feito até hoje: sem que eles percebam!
Conto com vocês. Obrigado.
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Estejam alerta e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar. (1 Pedro 5:8)
Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do maligno. Usem o capacete da salvação e a espada do espírito, que é a palavra de Deus. Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos. (Efésios 6:10-18)
(Autor Desconhecido)
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quinta-feira, 6 de abril de 2017
Mudança de Vida e Santidade - Por Augustus Nicodemus
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sábado, 1 de abril de 2017
Mateus 1:21 (O nascimento de Jesus Cristo) - Momento Leitura e Reflexão
“Ela dará à luz a um filho e lhe porás o
nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles.”
Mateus 1:21 (O nascimento
de Jesus Cristo)
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Tenho orgulho de ser brasileiro: Amo minha Pátria
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quarta-feira, 15 de julho de 2015
Igreja ao Gosto do Freguês (Momento Leitura e Reflexão)
O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está
invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da
aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa
pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de
"desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). A pesquisa
questiona os que não frequentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que
os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as
mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair
os "desigrejados", mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os
que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem
cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!
Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow
Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e
Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren.
Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de
igrejas, com 9.500 igrejas-membros. Em 2003, 100.000 líderes de igrejas
assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek.
Acima de 250.000 pastores e líderes de mais de 125 países participaram do
seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60
mil pastores recebem seu boletim semanal.
Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa
igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar
por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser
confundido com a sede de uma corporação ou um shopping center de alto
padrão. Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de
alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela
panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que estão na
praça de alimentação assistirem aos cultos. O templo é espaçoso e moderno,
equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação
para a apresentação de peças de teatro e musicais.
Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única
megaigreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados
métodos. Megaigrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de
basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos,
auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds, tudo
para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas
igrejas estejam lotadas, sua frequência não é o único elemento que avaliamos ao
analisar essa última moda de "fazer igreja".
O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é
bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos
usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática
para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos
consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser
vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O
resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a
revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do
crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja
de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento
da igreja reforçam a ideia de que o método de marketing pode ser aplicado – e
eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?
Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a
pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são
produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para
satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa
nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que
Ele fez por nós. Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e
um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então
qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou
apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem
da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra
de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).
Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o
que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado
carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas
igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura – músicas das paradas de
sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de multimídia e
mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens
frequentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal,
salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a pessoa necessita – e
ajudando-a na solução de seus problemas.Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse
aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de
ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de
interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à
gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do
crente em Cristo.
Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de
pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para
alguns observadores seculares. Em seu livro The Little Church Went to Market
(A Igrejinha foi ao Mercado), o pastor Gary Gilley observa que o periódico de
marketing American Demographics reconhece que as pessoas estão:
...procurando espiritualidade, não a religião. Por trás dessa
mudança está a procura por uma fé experimental, uma religião do coração, não da
cabeça. É uma expressão de religiosidade que não dá valor à doutrina, ao dogma,
e faz experiências diretamente com a divindade, seja esta chamada
"Espírito Santo" ou "Consciência Cósmica" ou o
"Verdadeiro Eu". É pragmática e individual, mais centrada em redução
de stress do que em salvação, mais
terapêutica do que teológica. Fala sobre sentir-se bem, não sobre ser bom. É
centrada no corpo e na alma e não no espírito. Alguns gurus do marketing
começaram a chamar esse movimento de "indústria da experiência" (pp.
20-21).
Existe outro item que muitos pastores parecem estar deixando de
considerar em seu entusiasmo de promover o crescimento da igreja atraindo os
não-salvos. Mesmo que os números pareçam falar mais alto nessas "igrejas
ao gosto do freguês" (um número surpreendente de igrejas nos EUA (841)
alcançaram a categoria de megaigreja, com 2.000 a 25.000 pessoas presentes nos
finais de semana), poucos perceberam que o aumento no número de membros não
se deve a um grande número de "desigrejados" juntando-se à igreja.
Durante os últimos 70 anos, a percentagem da população dos EUA
que vai à igreja tem sido relativamente constante (mais ou menos 43%). Houve um
crescimento, chegando a 49% em 1991 (no tempo do surgimento dessa nova
modalidade de igreja), mas tal crescimento diminuiu gradualmente, retornando a
42% em 2002 (www.barna.org). De onde, então, essas megaigrejas, que têm se
esforçado para acomodar pessoas que nunca se interessaram pelo Evangelho,
conseguem seus membros? Na maior parte, de igrejas menores que não estão
interessadas ou não têm condições financeiras de propiciar tais atrações
mundanas. O que dizer das multidões de "desigrejados" que
supostamente se chegaram a essas igrejas? Essas pessoas constituem uma parcela
muito pequena das congregações. G.A. Pritchard estudou Willow Creek por um ano
e escreveu um livro intitulado Willow Creek Seeker Services (Baker Book
House, 1996). Nesse livro ele estima que os "desigrejados", que
seriam o público-alvo, constituem somente 10 ou 15% dos 16.000 membros que
frequentam os cultos de Willow Creek.
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Se essa percentagem é típica entre igrejas "ao gosto do
freguês", o que provavelmente é o caso, então a situação é bastante
perturbadora. Milhares de igrejas nos EUA e em outros países se reestruturaram
completamente, transformando-se em centros de atração para
"desigrejados". Isso, aliás, não é bíblico. A igreja é para a
maturidade e crescimento dos santos, que saem pelo mundo para alcançar
os perdidos. Contudo, essas igrejas voltaram-se para o entretenimento e a
conveniência na tentativa de atrair "João e Maria", fazendo-os
sentirem-se confortáveis no ambiente da igreja. Para que eles continuem frequentando
a "igreja ao gosto do freguês", evita-se o ensino profundo das
Escrituras em favor de mensagens positivas, destinadas a fazer as pessoas
sentirem-se bem consigo mesmas. À medida que "João e Maria"
continuarem frequentando a igreja, irão assimilar apenas uma vaga alusão ao
ensino bíblico que poderá trazer convicção de pecado e verdadeiro
arrependimento. O que é ainda pior, os novos membros recebem uma visão psicologizada
de si mesmos que deprecia essas verdades. Contudo, por pior que seja a
situação, o problema não termina por aí.
A maior parte dos que frequentam as "igrejas ao gosto do
freguês" professam ser cristãos. No entanto, eles foram atraídos a essas
igrejas pelas mesmas coisas que atraíram os não-crentes, e continuam sendo
alimentados pela mesma dieta biblicamente anêmica, inicialmente elaborada para
não-cristãos. Na melhor das hipóteses, eles recebem leite aguado; na pior das
hipóteses, "alimento" contaminado com "falatórios inúteis e
profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam" (2 Tm
6.20). Certamente uma igreja pode crescer numericamente seguindo esses
moldes, mas não espiritualmente.
Além do mais, não há oportunidades para os crentes crescerem na
fé e tornarem-se maduros em tal ambiente. Tentando defender a "igreja ao
gosto do freguês", alguns têm argumentado que os cultos durante a semana
são separados para discipulado e para o estudo profundo das Escrituras. Se esse
é o caso, trata-se de uma rara exceção e não da regra!
Como já notamos, a maioria dessas igrejas, no uso do seu tempo,
energia e finanças tem como alvo acomodar os "desigrejados". Consequentemente,
semana após semana, o total da congregação recebe uma mensagem diluída e
requentada. Então, na quarta-feira, quando a congregação usualmente se reduz a
um quarto ou a um terço do tamanho normal, será que esse pequeno grupo recebe
alimentação sólida da Palavra de Deus, ensino expositivo e uma ênfase na sã
doutrina? Dificilmente. Nunca encontramos uma "igreja ao gosto do
freguês" onde isso acontecesse. As "refeições espirituais"
oferecidas nos cultos durante a semana geralmente são reuniões de grupos e
aulas visando o discernimento dos dons espirituais, ou o estudo de um
"best-seller" psico-cristão, ao invés do estudo da Bíblia.
Talvez o aspecto mais negativo dessas igrejas seja sua tentativa
de impressionar os "desigrejados" ao mencionar especialistas
considerados autoridades em resolver todos os problemas mentais, emocionais e
comportamentais das pessoas: psicólogos e psicanalistas. Nada na história da
Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no
tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe
1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão.
Seus milhares de conceitos e centenas de metodologias não-comprovados são
contraditórios e não científicos, totalmente não-bíblicos, como já documentamos
em nossos livros e artigos anteriores. Pritchard observa:
...em Willow Creek, Hybels não somente ensina princípios
psicológicos, mas frequentemente usa esses mesmos princípios como guias
interpretativos para sua exegese das Escrituras – o rei Davi teve uma crise de
identidade, o apóstolo Paulo encorajou Timóteo a fazer análise e Pedro teve
problemas em estabelecer seus limites. O ponto crítico é que princípios
psicológicos são constantemente adicionados ao ensino de Hybels" (p. 156).
Durante minha visita a Willow Creek, o pastor Hybels trouxe uma
mensagem que começou com as Escrituras e se referia aos problemas que surgem
quando as pessoas mentem. Contudo, ele se apoiou no psiquiatra M. Scott Peck, o
autor de The Road Less Travelled (Simon & Schuster, 1978) quanto às
consequências desastrosas da mentira. Nesse livro, M. Scott Peck declara (pp.
269-70): "Deus quer que nos tornemos como Ele mesmo (ou Ela mesma)"!
A mensagem principal vinda das igrejas psicologicamente
motivadas de Willow Creek e Saddleback é a de que a Palavra de Deus e o poder
do Espírito Santo são insuficientes para livrar uma pessoa de um pecado
habitual e para transformá-la em alguém cuja vida seja cheia de fruto e
agradável a Deus. Entretanto, o que essas igrejas dizem e fazem tem sido
exportado para centenas de milhares de igrejas ao redor do mundo.A Saddleback Community Church está igualmente envolvida com a
psicoterapia. Apesar de se dizer cristocêntrica e não centrada na psicologia,
essa igreja tem um dos maiores números de centros dos Alcoólicos Anônimos e
patrocina mais de uma dúzia de grupos de ajuda como "Filhos Adultos Co-dependentes
de Viciados em Drogas", "Mulheres Co-viciadas Casadas com Homens
Compulsivos Sexuais ou com Desordens de Alimentação" e daí por diante.
Cada grupo é normalmente liderado por alguém "em recuperação" e os
autores dos livros usados incluem psicólogos e psiquiatras
(www.celebraterecovery.com). Apesar de negar o uso de psicologia popular, muito
dela permeia o trabalho de Rick Warren, incluindo seu best-seller The
Purpose Driven Life (A Vida Com Propósito), que já rendeu sete milhões de
dólares. Em sua maior parte, o livro fala de satisfação pessoal, promove a
celebração da recuperação e está cheio de psicoreferências, tais como
"Sansão era dependente".
Grande parte da igreja evangélica desenvolveu uma mentalidade de
viagem de recreio em um cruzeiro cheio de atrações, mas isso vai resultar num
"Titanic espiritual". Os pastores de "igrejas ao gosto do
freguês" (e aqueles que estão desejando viajar ao lado deles) precisam
cair de joelhos e ler as palavras de Jesus aos membros da igreja de Laodiceia
(Ap 3.14-21). Eles eram "ricos e abastados" e, no entanto,
deixaram de reconhecer que aos olhos de Deus eram "infelizes,
miseráveis, pobres, cegos e nus". Jesus, fora da porta dessas igrejas,
onde O colocaram desapercebidamente, oferece Seu conselho, a verdade da Sua
Palavra, o único meio que pode fazer com que suas vidas sejam vividas conforme
Sua vontade. Não pode existir nada melhor aqui na terra e na Eternidade! (TBC -
http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite,
março de 2005.
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